Dólar se mantém perto da máxima em 18 meses com tensão no Oriente Médio e na Ucrânia
Moeda é sustentada pela busca por segurança, e investidores aguardam dados de inflação dos EUA
O dólar operou em alta nesta segunda-feira (12), com o avanço do petróleo diante das dúvidas sobre o cessar-fogo energético entre Rússia e Ucrânia anunciado pelo presidente americano, Donald Trump, e com a continuidade do conflito no Oriente Médio. Por volta das 16h50 (de Brasília), a moeda subia a 158,657 ienes. O euro recuava a US$ 1,1158, e a libra, a US$ 1,3209.
O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de 6 moedas fortes, avançava 0,37%, a 102,589 pontos. Durante a sessão, a divisa ficou próxima da máxima de 18 meses, amparada pela procura por ativos de refúgio.
O cenário deixou os investidores cautelosos antes da divulgação de importantes dados de inflação dos Estados Unidos, prevista para esta semana.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Rússia atingiu uma usina de energia em Kharkiv logo depois do anúncio de Trump. No mesmo período, os houthis, rebeldes apoiados pelo Irã, lançaram ataques contra um aeroporto em Riad, na Arábia Saudita.
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