Governo Federal libera R$ 1,7 milhão para assistência em Carauari e Itamarati

Governo Federal libera R$ 1,7 milhão para assistência em Carauari e Itamarati
Recursos visam mitigar os impactos da cheia dos rios e garantir suporte às famílias afetadas no interior do Amazonas

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional oficializou a liberação de aproximadamente R$ 1,7 milhão para os municípios de Carauari e Itamarati, situados na calha do Juruá. A medida ocorre após o reconhecimento federal da situação de emergência nas duas localidades, decorrente da elevação dos níveis dos rios que já impacta a infraestrutura e a subsistência de milhares de ribeirinhos. Os recursos serão destinados prioritariamente a ações de defesa civil, assistência humanitária e restabelecimento de serviços essenciais.

Distribuição e aplicação da verba

Para Carauari, o montante autorizado ultrapassa R$ 1,1 milhão. O planejamento municipal prevê a aquisição de itens de primeira necessidade, como cestas de alimentos, kits de higiene, dormitório e água potável. Já para Itamarati, o aporte é de cerca de R$ 560 mil, focado na logística de distribuição de insumos e no suporte às famílias que tiveram suas residências atingidas pelas águas.

A liberação direta visa dar agilidade ao atendimento, permitindo que as prefeituras executem as compras e a distribuição sem os entraves burocráticos de processos licitatórios comuns em períodos de normalidade.

Monitoramento das calhas e suporte continuado

A liberação desses recursos faz parte de uma estratégia de monitoramento constante das bacias hidrográficas do Amazonas. Com o avanço do período de cheia, o Governo Federal, em coordenação com a Defesa Civil do Estado, tem acelerado a análise de planos de trabalho enviados pelos municípios.

Além do suporte financeiro imediato, o governo sinaliza a possibilidade de novos aportes para reconstrução de estruturas públicas assim que o nível dos rios baixar, reforçando a necessidade de planejamento preventivo para enfrentar os ciclos sazonais da região amazônica.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *