Evangélicos articulam ofensiva para ampliar rejeição a Lula e enfraquecer base eleitoral
Com índices de rejeição próximos de 90% entre evangélicos, segundo levantamento da AtlasIntel/Bloomberg, o presidente Lula enfrenta uma pressão crescente dentro de um dos maiores segmentos do eleitorado brasileiro.
Nas últimas semanas, lideranças religiosas, influenciadores e nomes da música gospel passaram a intensificar uma mobilização nas redes sociais com críticas diretas ao petista. A estratégia mira ampliar a rejeição e reduzir ao máximo o apoio ao lulopetismo no grupo.
As publicações destacam pautas associadas à esquerda que, segundo esse público, entram em choque com valores cristãos. Também ganham força conteúdos que incentivam boicote político e reforçam o discurso de afastamento do eleitorado evangélico.
Hoje, os evangélicos já representam mais de 50 milhões de brasileiros, cerca de 30% da população, e seguem como peça-chave no xadrez eleitoral. Em 2022, esse grupo teve papel decisivo na resistência a Lula em uma disputa marcada pela polarização.

