Josué avalia que política econômica de Bolsonaro PIM pode chegar em 2022 com 100 mil empregos

Em pronunciamento nesta quarta-feira (12), o presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), Josué Neto, afirmou que as políticas econômicas adotadas pelo presidente Jair Bolsonaro unidas às ações da Suframa são responsáveis pelo crescimento do PIM (Polo Industrial de Manaus) e pode fazer o Amazonas voltar ao auge do seu desenvolvimento econômico, com a geração de 100 mil empregos até 2022.

Josué disse que a expectativa da Suframa é de que sejam gerados pelo menos 10 mil empregos por ano até o final de 2021. “Vamos virar 2022 na nossa Zona Franca e no nosso polo industrial com algo muito próximo de 100 mil empregos e isso demonstra o trabalho que está sendo executado pelo governo federal e pela Zona Franca, pela Superintendência, Suframa”, afirmou.

O parlamentar comemorou o corte da taxa básica de juros pelo Banco Central que passa a ser de 4,5% ao ano, menor da história, e que segundo ele vai incentivar o empreendedorismo já que com juros mais baixos fica mais fácil a contratação de empréstimos. Ele lembrou que a produção industrial do Amazonas cresceu 6,1%, a terceira maior do país, e que o PIB do Amazonas cresceu 6,06% na comparação com o terceiro trimestre de 2018.

“Isso é reflexo de uma política econômica do Governo Federal, através do Governo Bolsonaro, que tem acertado em todas as suas atitudes para fazer com que a economia do Brasil volte a crescer”, afirmou. “Ao contrário do que foi feito no passado em governos comunistas e socialistas em que se preocupavam apenas com o bolsa família. O momento agora tem sido exatamente o contrário, tem sido o de fortalecer a economia para que essas pessoas possam ter emprego renda”, completou.

Investimentos

Josué Neto lembrou que parte dos investimentos que estão acontecendo hoje no Amazonas, como a instalação das usinas de biocombustíveis da Millenium Bionergia – que vai investir R$ 4,4 bilhões no Amazonas e gerar 36 mil empregos – só foram possíveis graças a decisão do Governo Federal de destravar as leis ambientais no Amazonas.

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