Em nota, Polícia Militar afirma que vai à Justiça e OAB rebater acusações de advogada

O Comando-Geral da Polícia Militar do Amazonas informa que a assessoria jurídica da PM adotará todos os procedimentos cabíveis junto ao Tribunal de Justiça do Amazonas e ao Tribunal de Ética da Ordem dos Advogados do Brasil (TED) em relação às declarações da advogada Ana Esmelinda, que acusou de maneira leviana e irresponsável a participação de policiais militares na morte de um dos criminosos envolvidos no latrocínio do sargento da reserva remunerada Luiz Carlos da Silva Costa.

Cumpre-nos esclarecer, apesar de público e notório, que os criminosos soltos em audiência de custódia foram novamente presos, em cumprimento a mandado de prisão preventiva, o que comprova a postura reprovável e inaceitável da referida advogada em ofender a Corporação com base em fake News que circularam nas redes sociais.

O Comando da Polícia Militar ressalta que tal conduta, incompatível com a ética inerente aos profissionais que exercem a advocacia, não atingiu o excelente relacionamento da nossa Corporação com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e com as demais instituições que prezam pela verdade, compromisso e respeito no cumprimento de suas atribuições constitucionais.

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