A grande quantidade de poeira pode ser prejudicial à saúde da população pauiniense

Isso também é poluição

População pauiniense é obrigada a conviver cotidianamente com mais um, dentre tantos outros problemas já existentes no município de Pauini, interior do Estado do Amazonas. Por conta da volumosa quantidade de poeira que se espalha pelo ar na cidade e que, na maioria das vezes é causada pelo tráfego de veículos tem sido um dos grandes contribuintes para espalhar a poeira na cidade. Com isso, moradores estão contraindo problemas respiratórios, dentre outros. Vale lembrar que aspirar muita poeira no cotidiano pode ser prejudicial, comprometendo, desta forma, a saúde pública, porque esta poeira pode “grudar” nas mucosas respiratórias, nos olhos ou até na pele. Fora isso, esse pó pode ainda chegar ao pulmão, afetando sua estrutura e elasticidade, gerando doenças, como até mesmo o câncer, entre outros problemas.

Faz- se necessário saber que a poeira nada mais é que uma quantidade de pequenas partículas de variadas origens, estruturas e composições, que se depositam a partir da suspensão pelo ar, causando sujeira em diversos objetos e pode até causar vários problemas afetando a saúde pública do município.

Sabe-se que o sistema viário da cidade há tempo está em péssimas condições e, pode acarretar sérios riscos de doenças aos munícipes, sendo que uma quantidade significativa de cães transitam livremente em meio à poeira fazendo necessidades fisiológicas e, muitos desses animais estão portando doenças por não serem devidamente cuidados pelos seus donos, se é que tem.

“Muitas das vezes, sou obrigado a ingerir essa poeira que dificulta bastante o meu local de trabalho, sem contar as terríveis crises de tosse que tenho tido durante o no meu expediente de trabalho tanto pelo período do dia quanto à noite. A verdade é essa poeira, é verdadeira causadora de problemas com a saúde da população pauiniense”, salientou o frentista Edilson Júnior

Vale ressaltar também que estamos a mercê das políticas públicas de saneamento básico.

 

Matéria: Romário Vieira / Portal do Amazonas

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