Sobre o “golpe bilionário” que nunca existiu

A Superintendência de Habitação do Estado do Amazonas (Suhab-AM), no dia 15 de setembro, firmou um contrato de risco com a empresa Ezo Soluções Interativas, para assessorar a autarquia a identificar e recuperar eventuais recursos do Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS), administrado pela Caixa Econômica Federal, devidos desde 1967.

 

 

À empresa – caso a Caixa Econômica Federal, administradora do FCVS, entendesse que o Estado tinha direito aos créditos imobiliários que não foram descontados, desde 1967 e que corrigidos até 2017, renderiam R$ 27 bilhões ao Amazonas – pelo contrato de risco, seria pago, em títulos, 20% do volume de recursos recuperados.

O ex-superintendente da Suhab, Nilson Cardoso, esclareceu que esses valores são frutos de seguros imobiliários, e que não existiu “rombo”, muito menos desvio, porque os créditos imobiliários nem chegaram a ser liberados pela Caixa. Ele disse ainda que o contrato, em momento algum teve a participação do governador interino à época.

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