Quando não se tem um manual – Por Mô Figueiredo

Sabe aqueles textos que a gente lê que dizem sobre “10 dicas de como amar alguém pra sempre”, “Como conseguir o amor em 12 passos”, “Ame ou Odeio, os caminhos do amor”? Pois é, não passam de palavras.

Hoje, tudo que eu sempre escrevi, falei ou pensei veio por água a baixo. Eu brinco dizendo que meus melhores textos sobre o “Amor” foram escritos quando eu amargurava uma fossa, e isso é verdade e eu não entendia a razão disso.
Mônica Figueiredo, Jornalista.
Mônica Figueiredo, Jornalista.

Mas, eis que uni os pontos que faltavam. Quando a gente está amando nada daquilo que a gente escreveu ou leu faz sentido. Não tem manual. Os “cinco segredos pra acordar de bom humor” não funcionam. Aquele “chá que cura a ressaca da pessoa amada” não tem efeito nenhum e nem “aquelas 21 palavras para citar numa DR” não dão jeito.

Por que? Porque amar é um desafio, é lidar com o desconhecido diariamente por mais que você esteja casado há 20 anos. É entender que você pode usar palavra errada e acabar com a promessa de um dia feliz. É usar a palavra certa, no momento certo e não ganhar um sorriso. É ver seus planos serem frustrados mais rápidos que a velocidade da luz e mesmo assim, respirar fundo e continuar.
Amar não tem um manual. E por mais que eu escreva ou leia, nada vai ser além de uma fonte de inspiração para a prova prática.

 

 

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