Pousadas são interditadas por falta de higiene

Pousadas foram fiscalizadas após denúncias (Foto: José Nild)

Duas pousadas foram interditadas por fiscais da Vigilância Sanitária de Manaus (Visa Manaus), da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) na manhã desta terça-feira (13). Os estabelecimentos não possuíam licença sanitária e funcionavam sem condições de higiene para atender os clientes.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Marcelo Magaldi, as pousadas foram identificadas depois de denúncias. As multas para este tipo de infração variam entre 100 UFMs e 400 UFMs. A Unidade Fiscal do Município, hoje, equivale R$ 99,84.

Pousadas foram fiscalizadas após denúncias (Foto: José Nild)

Em uma das pousadas, localizada na Constantino Nery, ao lado do Terminal 1, os fiscais encontraram oito colchões sem nenhuma condição de uso. Eles foram apreendidos dentro de um dos quartos lacrados pelos fiscais. Na pousada, a lavanderia também funcionava de forma precária com a desinfecção de roupas feita de forma inadequada. O dono do estabelecimento foi notificado e autuado e a pousada, interditada. Ele tem três dias úteis para apresentar defesa ao processo administrativo que foi aberto.

Segundo a gerente de serviços da Vigilância Sanitária, Hingrid Corrêa, a pousada já havia sido notificada e não se regularizou. “É absolutamente impossível que um estabelecimento que recebe hóspedes funcione desta maneira. A situação deste local é insalubre e, para agravar, não identificamos sequer o pedido para emissão da licença sanitária”, declarou Hingrid.

A segunda pousada interditada, na rua Visconde de Mauá, não tinha lavanderia para as roupas de cama. Além disso, foram constatadas infiltrações na maioria dos quartos e também não apresentou a licença sanitária para funcionamento.

“Aqui, as condições eram ainda piores. Tivemos que apreender cinco colchões que não tinham o revestimento adequado. Os lençóis e fronhas não tinham destino certo para a lavagem e desinfecção. A interdição foi imediata e, assim como no outro estabelecimento, nós autuamos e abrimos processo administrativo para o qual o proprietário tem três dias úteis para apresentar defesa”, finalizou Hingrid.

As fiscalizações devem continuar para evitar que hotéis e pousadas, principalmente da área central de Manaus, funcionem sem condições mínimas de higiene.

 

Com Informações do G1 Amazonas

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