Josué Neto reage a matéria que diz que decisão a favor da ZFM causará rombo nas contas públicas

O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), Josué Neto (PSD), disse que a matéria veiculada pelo Jornal Nacional, nesta sexta-feira (27), sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em favor da Zona Franca representa apenas a “visão da classe econômica dominante do País” e que a decisão garantiu a manutenção do sustento de centenas de famílias no Amazonas. 

De acordo com o parlamentar, a renúncia fiscal da Zona Franca representa apenas 8,43% do total que a União deixa de arrecadar em impostos. Pelo menos 91,47% dos impostos que a União abre mão está fora da Amazônia Ocidental, e as renúncias das regiões sul e sudeste representam cerca de 50% desse total. A informação é baseada em dados, de 2018, da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa).

 “Se fizerem uma reportagem da mesma forma que fizeram com a Zona Franca, mas colocando os impostos que o sul e sudeste abrem mão, o ‘rombo’, como eles disseram, vai ser muito maior”, afirmou o deputado.

A matéria do Jornal Nacional diz que a decisão dada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) que validou um incentivo tributário para indústrias que compram componentes da Zona Franca de Manaus causará “rombo” de R$ 16 bilhões por ano.

“Para nós que amamos Manaus e o Amazonas, representa uma vitória para o nosso povo. Um Estado rico na sua biodiversidade, que alimenta o planeta de água e ar puro. A nossa floresta preservada e nossos pais de família empregados não tem preço, tem um valor que só a gente conhece”, disse ele nas suas redes sociais.

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