Intolerância – Por Rachel Sheherazade

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Meu destaque final vai para o show de intolerância protagonizado pelos quase 50 manifestantes de esquerda que vaiaram o presidente da Câmara dos Deputados, ontem, no Rio Grande do Sul. Eduardo Cunha foi convidado para um debate sobre a reforma política, mas foi recebido por uma claque fascistóideapoiada por “partidecos” de esquerda como PSOL E PSTU.

IntolerânciaO que era para ser um debate produtivo de idéias na Assembléia Legislativa descambou para uma demonstração de ofensas gratuitas contra o presidente da Câmara dos Deputados, um dos integrantes da mesa do evento denominado Fórum dos Grandes Debates.

A platéia raivosa não estava ali para debater, mas, simplesmente, para ofender. Cunha foi recebido no auditório com vaias, apitaço, gritos, além de cartazes ofensivos que o acusavam de racista, homofóbico e corrupto.

A claque do PSOL e do PSTU não respeitou nem mesmo o hino nacional, abafado pela algazarra das minorias complexadas.

Elegantemente, o presidente da Câmara respondeu às ofensas com luva de pelica:

” – Meus cumprimentos aos intolerantes.”

De fato é típico dos xiitas e idiotas úteis da esquerda fugir do debate de idéias, que exige dados, informações, argumentos lógicos, apelando à ofensa pura e simples. Mais fácil mentir, acusar, denegrir, caluniar… O insulto não requer muito de seus poucos neurônios.

Esse tipo de militante não sabe o que o que é argumentação. Suas frases são ensaiadas e até as ofensas não saem do lugar comum: “reacionários”, “homofóbicos”, “racistas”, “elite branca”… bradam os intolerantes da estúpida esquerda. Eles não aceitam o contraditório. São adeptos do pensamento único e totalitário.

Esses grupelhos exigem tolerância, mas seu discurso é odioso: o discurso da intransigência e do preconceito. As minorias raivosas alimentadas por legendas acéfalas como PSOL e PSTU não respeitam as liberdades de pensamento e expressão, e sequer sabem o significado de democracia: o governo do povo, eleito pela maioria – para o bem da maioria. 


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