Debaixo de 6 toneladas de revistas pornô homem é encontrado morto

Um homem japonês provou que a pornografia pode ser muito, muito ruim. O seu cadáver foi encontrado embaixo de 6 toneladas de revistas pornográficas, que desabaram sobre ele. Segundo o site do jornal britânico Daily Mail, o corpo de um homem de 50 anos de idade, conhecido simplesmente como Joji, foi encontrado enterrado sob uma pilha de seu enorme estoque de revistas para adultos.

Não está claro se ele sofreu um ataque cardíaco e caiu nas pilhas de revistas, que desabaram em cima dele, ou se ele foi esmagado pela massa de papel. Mas o faxineiro disse que se a vítima ainda estivesse consciente no momento do acidente, o jornal provavelmente teria abafado seus gritos.

O cadáver do colecionador de revistas pornográficas foi descoberto pelo proprietário do apartamento onde a vítima morava. Segundo informações do dono o homem sempre pagava o aluguel em dia, mas de um tempo pra cá ele começou a atrasar o pagamento.

Diante da situação, ele resolveu entrar no apartamento do colecionador para ver o que estava acontecendo. Foi quando descobriu o inesperável. Acredita-se que o corpo de Joji foi encontrado seis meses após sua Morte. Ainda de acordo com o proprietário, o corpo da vítima estava debaixo da sua enorme coleção de revistas pornográficas.

Segundo outras testemunhas, toda a residência estava cheia de pilhas de revistas. Fotos da cena mostram revistas pornográficas espalhadas por todos os cômodos do apartamento, na cozinha, no quarto e empilhadas tão abundantemente que o chão não era visível.

De acordo com a polícia, toda a coleção é estimada em 6 toneladas. A vítima era um fabricante de automóveis e acredita-se que era solteiro.

Segundo um levantamento de 2014 feito pelo portal de notícias The Japan Times, o Japão ocupa o segundo lugar na despesa per capta com a pornografia, com o cidadão médio gastando quase R$ 500 reais por ano em entretenimento para adultos. Não há uma avaliação de quanto Joji gastou com sua coleção de revistas pornográficas, mas a estimativa é que era acima da média do país.

 

Com Informações do News Rondônia

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